Nesta tarde de domingo nublada, chuvosa aqui no RJ nada melhor do que a passagem do filme do Cazuza (a passagem abaixo é do finalzinho do filme) - ao qual assisti ontem e não gostei. Fizeram do Cazuza um herói, do Frejat um chato e dos homossexuais uma coisa extremamente estereotipada. É meio depressiva, mas é linda. Linda, como algumas das músicas dele e depressiva como a maioria das músicas de Renato Russo, esse sim meu grande ídolo. E, ainda bem, não fizeram um filme contando a vida de Renato. Não gostaria de vê-lo se tornar um herói, um super-homem. Isto ele não era, e justamente por isso, escrevia tão bem.
Do filme Cazuza - O tempo não pára
"O amor é o ridículo da vida. Agente procura nele uma pureza impossível. Uma pureza que está sempre se pondo, indo embora.
A vida veio e me levou com ela.
Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga idéia de paraíso que nos persegue, bonita e breve. Como borboletas que só vivem 24 horas.
Morrer não dói."




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